-
PSG recebe prazo para pagar 5,9 milhões de euros a Mbappé
-
Drone russo atinge refúgio de animais na Ucrânia
-
Trump apaga vídeo racista que retratava os Obama como macacos
-
EUA pede negociações trilaterais com Rússia e China sobre não proliferação nuclear
-
Polícia britânica realiza buscas em duas propriedades ligadas ao ex-embaixador Mandelson
-
James Rodríguez assina com Minnesota United, da MLS
-
Equipes de resgate buscam seis pessoas presas após explosão em mina na Colômbia
-
Irã anuncia que negociações com EUA continuarão
-
Narcotraficante relacionado ao assassinato do jogador Andrés Escobar é morto no México
-
Cidadão francês narra o 'calvário' que viveu nas prisões venezuelanas
-
Trump provoca fúria ao publicar vídeo dos Obama como macacos
-
Atentado suicida contra mesquita xiita no Paquistão deixa mais de 30 mortos e 169 feridos
-
Guardiola defende direito de se manifestar sobre questões de fora do futebol
-
Semifinal da Copa do Rei terá Atlético x Barça e clássico basco entre Athletic e Real Sociedad
-
Premiê espanhol pede prudência com previsão de temporal em áreas já encharcadas
-
Meloni e Vance celebram 'valores comuns'
-
Guitarras de Kurt Cobain, Beatles e outras lendas da música serão leiloadas nos EUA
-
Caso Master, o escândalo financeiro que abala os Três Poderes
-
Senegaleses detidos na Copa Africana de Nações declaram greve de fome
-
Projeto de surfe incentiva que meninas voltem à escola no Senegal
-
Elton John denuncia invasão 'abominável' do Daily Mail a sua vida privada
-
Irã afirma estar 'preparado' para se defender ao iniciar negociações com EUA em Omã
-
Campanha presidencial chega ao fim em Portugal marcada por tempestades
-
Na fronteira da Estônia, Narva vive entre dois mundos e teme se tornar alvo de Putin
-
França e Canadá abrem seus consulados na Groenlândia, em sinal de apoio
-
Queda em desgraça do ex-príncipe Andrew lança dúvidas sobre as finanças da monarquia
-
Japoneses vão às urnas com primeira-ministra apoiada por Trump e em busca da maioria
-
Trump publica vídeo com teoria da conspiração eleitoral que mostra os Obamas como macacos
-
Irã e EUA iniciam negociações sobre a questão nuclear
-
Toyota anuncia novo CEO e eleva previsões de lucros
-
Autoridades identificam sangue na casa da mãe desaparecida de famosa jornalista dos EUA
-
Anthropic lança novo modelo e aumenta rivalidade com OpenAI
-
Trump lança site com seu nome para compra de remédios mais baratos nos EUA
-
Gângster australiano ganha liberdade após escândalo envolvendo advogada informante da polícia
-
França diz que luta contra o Estado Islâmico é 'prioridade absoluta'
-
Venezuela avança em anistia histórica após quase três décadas de chavismo
-
Presidente de Cuba oferece diálogo aos EUA; Washington afirma que conversas já começaram
-
Teerã e Washington se preparam para negociar em Omã após repressão violenta no Irã
-
Strasbourg elimina Monaco (3-1) e vai às quartas de final da Copa da França
-
Argentina assina acordo de comércio e investimento com os EUA
-
Atalanta bate Juventus (3-0) e avança à semifinal da Copa da Itália
-
Atlético de Madrid goleia Betis (5-0) e vai à semifinal da Copa do Rei
-
Wada investigará suposto método usado por saltadores de esqui para obter vantagem com aumento peniano
-
Venezuela avança em anistia histórica de quase três décadas de chavismo
-
Anistia na Venezuela para 'terrorismo', 'traição' e inabilitados: destaques do projeto de lei
-
Argentina assina acordo de comércio e investimento com EUA
-
Astros do Super Bowl entram na disputa por vaga na estreia do flag football nos Jogos Olímpicos
-
Trump pede tratado nuclear novo e 'modernizado' entre EUA e Rússia
-
Milhares são evacuados por chuvas em Espanha e Portugal, que confirma 2º turno presidencial
-
Chama olímpica chega a Milão a um dia da abertura dos Jogos de Inverno
Irã desmente execução de manifestante; Trump observa após ameaçar intervir
O Irã anunciou, nesta quinta-feira (15), que um manifestante cujo destino preocupa Washington e os defensores dos direitos humanos não será condenado à morte após sua recente detenção no país, onde o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou com uma operação militar.
A República Islâmica vive uma intensa onda de protestos que começou em 28 de dezembro devido ao aumento do custo de vida e se transformou rapidamente em um movimento contra o regime teocrático no poder desde a revolução de 1979.
Grupos de direitos humanos denunciaram que as autoridades iranianas estão exercendo a repressão mais severa em anos neste país de 86 milhões de habitantes, aproveitando o corte da internet instaurado em 8 de janeiro.
Segundo a ONG Iran Human Rights (IHR), sediada na Noruega, as forças de segurança iranianas já mataram pelo menos 3.428 manifestantes durante os recentes protestos. Também detiveram mais de 10.000 pessoas, embora o balanço real provavelmente seja muito maior, indicou.
As autoridades não forneceram um balanço oficial por enquanto, já que a identificação das vítimas ainda está em andamento, segundo uma autoridade de alto escalão.
Diante das informações que circularam sobre a repressão, o mandatário americano ameaçou repetidamente com uma intervenção militar no país.
Na quarta-feira, no entanto, afirmou que lhe haviam comunicado “de boa fonte” que “a matança no Irã está diminuindo, cessou”. “E não há planos de execuções” de detidos, acrescentou.
Quando um jornalista da AFP lhe perguntou se uma intervenção militar havia sido descartada, Trump respondeu: “Vamos observar e ver o que acontece depois”.
Tanto os Estados Unidos quanto organizações de defesa dos direitos humanos expressaram sua preocupação com o destino de Erfan Soltani, um manifestante de 26 anos detido no sábado e que, segundo eles, enfrentava uma execução iminente.
Teerã negou nesta quinta-feira que o manifestante tenha sido condenado à morte e pudesse ser executado. Preso em Karaj, perto de Teerã, Soltani é acusado de propaganda contra o regime islâmico iraniano e de agir contra a segurança nacional, indicou o órgão judicial iraniano.
O jovem “não foi condenado à morte” e, em caso de condenação, “a pena, de acordo com a lei, será de prisão, porque a pena de morte não se aplica a tais acusações”, afirma um comunicado do Poder Judiciário.
- Reunião do Conselho de Segurança -
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou na quarta-feira que não haveria execuções “nem hoje nem amanhã”, em entrevista à emissora americana Fox News.
No mesmo dia, as autoridades anunciaram que implementariam julgamentos “rápidos” para os detidos nas mobilizações.
“Qualquer pessoa que se encontre nas ruas desde 8 de janeiro é, sem sombra de dúvida, considerada criminosa”, declarou também o ministro da Justiça, Amin Hossein Rahimi.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas prevê reunir-se nesta quinta-feira, a pedido dos Estados Unidos, para “uma sessão informativa sobre a situação no Irã”, segundo sua presidência.
Após o pico de concentrações registrado no fim da semana passada, as autoridades tentaram na quarta-feira retomar o controle das ruas com uma “marcha de resistência nacional” e os funerais de mais de 100 membros das forças de segurança e outros “mártires” mortos nos protestos.
“Morte aos Estados Unidos!”, diziam os cartazes de alguns participantes, enquanto outros carregavam fotos do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, e bandeiras da República Islâmica, segundo um jornalista da AFP.
Segundo o chefe da diplomacia iraniana, “agora há calma” no país, e as autoridades têm “controle total” da situação.
Araghchi disse também que seu país se defenderá “de qualquer ameaça estrangeira”, em conversa telefônica nesta quinta-feira com seu homólogo saudita, Faisal bin Farhan.
Diante dessas “tensões regionais”, o Catar informou a saída de parte do pessoal da base americana de Al Udeid, a mais importante do Oriente Médio.
O Reino Unido também anunciou o “fechamento temporário” de sua embaixada em Teerã, enquanto Espanha e Índia pediram a seus cidadãos que deixem o país.
P.Sousa--PC