-
Operação policial busca desmantelar rede de fraude em ingressos do Louvre
-
Uefa se distancia da Fifa e não cogita readmissão da Rússia
-
Dono do Manchester United lamenta 'escolha de palavras' em declaração contra imigração
-
WhatsApp e Telegram enfrentam bloqueios e restrições na Rússia
-
Processo de Trump contra BBC por US$ 10 bilhões será julgado em fevereiro de 2027
-
Emissões chinesas de CO2 ficaram estáveis ou em leve queda em 2025, aponta análise
-
Preço dos ingressos para Copa do Mundo 2026 dispara no site de revenda da Fifa
-
Pedidos de casamento cinematográficos conquistam a cidade do amor
-
Thomas Tuchel renova contrato com seleção inglesa até Eurocopa 2028
-
Festival de Berlim inicia edição que busca defender a 'liberdade artística'
-
'Escolas deveriam ser seguras': canadenses lamentam vítimas de ataque a tiros
-
Bangladesh comparece às urnas um ano após revolta popular
-
Governo Trump se prepara para revogar texto-base das normas climáticas dos EUA
-
Venezuela antecipa aprovação de histórica lei de anistia
-
Atleta ucraniano é desclassificado dos Jogos Olímpicos por capacete com homenagem a mortos na guerra
-
Presidente israelense diz que antissemitismo na Austrália é 'assustador'
-
Líder norte-coreano consolida a filha como possível herdeira, afirma Seul
-
Reforma trabalhista de Milei avança no Senado em meio a protestos
-
Trump ordena que Pentágono compre eletricidade de centrais de carvão
-
Presidente de Taiwan adverte que ambições da China 'não vão parar' em caso de anexação da ilha
-
Diretor do Instagram rejeita noção de 'dependência clínica' das redes sociais
-
De Maduro a presos políticos: procurador aposta em 'pacificação real' da Venezuela com anistia
-
Nottingham Forest demite técnico Sean Dyche
-
Visita de secretário de Trump à Venezuela antecipa fim de embargo petrolífero
-
EUA começará 'em algumas semanas' a pagar os bilhões que deve à ONU
-
Policiais rebelados suspendem protesto em cidade argentina
-
Venezuela pós-Maduro expulsa guerrilhas para Colômbia, diz ministro colombiano à AFP
-
Real Sociedad vence Athletic Bilbao (1-0) e abre vantagem na semifinal da Copa do Rei
-
Messi sofre lesão muscular e Inter Miami adia amistoso em Porto Rico
-
Visita de secretário de Trump à Venezuela abre agenda de longo prazo com foco no petróleo
-
Bayern elimina Leipzig (2-0) e vai às semifinais da Copa da Alemanha
-
Manchester City vence Fulham (3-0) e coloca pressão sobre líder Arsenal
-
Trump se reúne com Netanyahu e insiste em continuar diálogo com Irã
-
Brasileiros ficam fora da final do snowboard halfpipe nos Jogos de Inverno
-
Protesto contra reforma trabalhista na Argentina deriva em confrontos em Buenos Aires
-
Citado no caso Epstein, presidente do comitê dos Jogos de Los Angeles 2028 seguirá no cargo
-
Inglaterra escolhe Kansas City como base para Copa do Mundo e disputará amistoso contra Costa Rica
-
Equador disputará amistosos contra Marrocos e Países Baixos antes da Copa do Mundo de 2026
-
James Van Der Beek, estrela de 'Dawson's Creek,' morre aos 48 anos
-
Diretor do Instagram rejeita noção de 'dependência clínica' às redes sociais
-
Candidato da oposição da Colômbia promete bombardear acampamentos do narcotráfico com apoio dos EUA
-
Swiatek avança às quartas do WTA 1000 de Doha; Andreeva é eliminada
-
Jutta Leerdam, a 'diva' que quebra os protocolos da patinação de velocidade
-
Lindsey Vonn passa por terceira cirurgia após queda nos Jogos de Inverno
-
Norris dita ritmo dos testes no Bahrein; Hamilton pede igualdade na F1
-
Democratas acusam procuradora-geral dos EUA de 'encobrir' arquivos Epstein
-
Rebelião policial na Argentina entre sirenes e reivindicações salariais
-
Polícia e Procuradoria britânicas 'em contato' após documentos comprometedores para Andrew
-
Secretário de Energia dos EUA se reúne com presidente interina na Venezuela
-
Tribunal francês se pronunciará em 7 de julho sobre caso de Marine Le Pen
Países europeus ameaçados por Trump prometem 'permanecer unidos'
Os oito países europeus ameaçados com tarifas por não concordarem com a ambição do presidente americano, Donald Trump, de tomar a Groenlândia afirmaram neste domingo (18)que vão permanecer unidos, antes de uma reunião de emergência da União Europeia (UE) para elaborar uma resposta.
Esses países estão na mira dos Estados Unidos por terem enviado, na semana passada, uma missão militar ao território autônomo da Dinamarca no Ártico.
Vários líderes europeus criticaram neste domingo a ameaça de Trump, e alertaram que a pressão prejudica as relações transatlânticas.
Segundo fontes diplomáticas, teve início no fim da tarde uma reunião de emergência em Bruxelas entre os embaixadores dos 27 países da UE, que não deve resultar em anúncios. O objetivo do encontro é uma troca de opiniões sobre as novas ameaças comerciais de Trump.
Desde que voltou para a Casa Branca, o republicano insiste em assumir o controle da Groenlândia, alegando motivos de segurança nacional, diante dos avanços russos e chineses no Ártico.
Em resposta à tensão entre Washington e Copenhague, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia enviaram tropas à Groenlândia para uma missão de treinamento.
Na última sexta-feira, Trump aventou a ameaça de tarifas aduaneiras, que intensificou no dia seguinte. "Esses países estão jogando um jogo extremamente perigoso", publicou na plataforma Truth Social.
Incomodado com a mobilização de forças militares europeias, o presidente americano ameaçou esses países com a imposição de novas tarifas até que "se chegue a um acordo para a compra completa e íntegra da Groenlândia".
As tarifas de 10% entrariam em vigor em 1º de fevereiro e poderiam subir para 25% em 1º de junho.
Em comunicado conjunto, os oito países ameaçados responderam que "as ameaças tarifárias minam as relações transatlânticas e podem provocar uma espiral perigosa". "Permaneceremos unidos e coordenados em nossa resposta. Estamos comprometidos com a defesa da nossa soberania", ressaltaram, sobre a crise inédita entre membros da Otan.
- 'Chantagem' -
O presidente francês, Emmanuel Macron, e a chefe de governo italiana, Giorgia Meloni, subiram o tom frente às ameaças de Trump. Macron disse que pretende pedir a ativação do Instrumento Anti-Coerção da UE, cuja aplicação requer uma maioria qualificada.
Esse mecanismo é concebido para lutar contra ameaças econômicas de membros externos ao bloco. Permite, entre outros, congelar o acesso aos mercados públicos europeus ou bloquear determinados investimentos.
A primeira-ministra italiana assegurou, por sua vez, ter dito a Trump que suas ameaças de impor novas tarifas aduaneiras a países europeus eram "um erro".
O ministro holandês das Relações Exteriores, David van Weel, chamou as advertências de "chantagem", em entrevista ao programa de TV WNL Op Zondag.
"Não tenho dúvida de que existe um forte apoio europeu", declarou Rasmussen. O chanceler ressaltou que a Europa é mais forte quando mostra seu poder "coletivamente".
- Conversa entre Rutte e Trump -
Desde que voltou ao poder, Donald Trump usa as tarifas em suas relações internacionais para exercer pressão e alcançar seus objetivos, inclusive com parceiros tradicionais de Washington.
Mas, neste caso, trata-se de uma ameaça sem precedentes: os Estados Unidos, pilares da Otan, ameaçam com sanções seus aliados dentro da Aliança para se apoderar de um território vinculado à Dinamarca, um de seus sócios e um país soberano e democrático.
O secretário-geral da Otan, Mark Rutte, disse hoje que conversou com Trump "sobre a situação da segurança na Groenlândia e no Ártico". "Continuaremos trabalhando nisso, e espero vê-lo em Davos no fim da semana", publicou no X.
Milhares de pessoas protestaram ontem em Copenhague, capital da Dinamarca, e Nuuk, capital da Groenlândia, contra essas ambições territoriais. Segundo uma pesquisa publicada em janeiro de 2025, 85% dos groenlandeses se opunham à anexação da ilha pelos Estados Unidos, e 6% eram favoráveis.
G.Machado--PC