-
Tribunal europeu condena Rússia por 'tratamento desumano' ao líder da oposição Navalny
-
Waymo capta 16 bilhões de dólares para expandir táxis autônomos
-
Famílias chinesas buscam filhos sequestrados na era da política do filho único
-
Rússia retoma ataques em larga escala contra Ucrânia durante onda de frio
-
Um mês sem Maduro no poder: o que mudou na Venezuela?
-
Bill e Hillary Clinton prestarão depoimento no Congresso dos EUA sobre caso Epstein
-
Petro espera começar do zero com Trump na Casa Branca
-
Justiça francesa chama Musk para depor e determina buscas em sedes da rede X
-
Papa Leão XIV opta pela diplomacia discreta diante de Trump
-
Presidente da Fifa critica possível boicote à Copa e defende reintegração da Rússia
-
Netflix transmitirá show de retorno da banda sul-coreana BTS ao vivo
-
Filho da princesa herdeira da Noruega é julgado por acusações de estupro
-
Xi defende mundo multipolar 'ordenado'
-
Rússia retoma ataques contra Kiev em momento de frio extremo
-
Irã ordena negociações 'equitativas' com EUA após advertências de Trump
-
Nova York registra 13 mortes relacionadas ao frio desde o fim de janeiro
-
Bill e Hillary Clinton vão depor em investigação do Congresso sobre Epstein
-
Presidente interina da Venezuela se reúne com chefe de missão diplomática dos EUA
-
Oitavas da Copa da França começam com Olympique de Marselha e Lyon como favoritos após eliminação do PSG
-
Musk funde xAI com SpaceX em tentativa de desenvolver datacenters espaciais
-
Chefe do instituto que mede a inflação na Argentina renuncia
-
Cuba e EUA estão em 'comunicação', mas 'não existe diálogo', diz vice-chanceler
-
Zagueiro Jérémy Jacquet vai deixar Rennes após fim da temporada para jogar no Liverpool
-
Trump diz que México 'deixará' de enviar petróleo a Cuba
-
Trump diz que conversará sobre narcotráfico com Petro
-
Ressurgimento de Yamal aumenta otimismo do Barça, que enfrenta Albacete na Copa do Rei
-
María Corina considera reunião com Delcy para definir 'cronograma de transição' na Venezuela
-
Trump insta Congresso dos EUA a acabar com 'shutdown'
-
Insatisfeito, Benzema deixa Al-Ittihad e assina com rival Al-Hilal
-
Sunderland vence Burnley (3-0) e é 8º na Premier League
-
Governo Milei anuncia libertação de um dos argentinos presos na Venezuela
-
Roma perde na visita à Udinese (1-0) e fica em 5º lugar no Italiano
-
Presidente eleita da Costa Rica diz contar com Bukele em sua estratégia contra o narcotráfico
-
Atlético de Madrid contrata meio-campista mexicano Obed Vargas
-
Trabalhadores a favor e contra o governo exigem melhorias salariais na Venezuela
-
Trump anuncia acordo comercial com Índia após conversa com Modi
-
Seleção feminina do Brasil fará amistosos contra Costa Rica, Venezuela e México
-
Relação entre Colômbia e EUA 'será relançada' com visita de Petro, diz chanceler
-
Crystal Palace contrata atacante norueguês Larsen em 'transferência recorde' para o clube
-
França aprova orçamentos para 2026 após meses de debates
-
A improvável trajetória dos Patriots e dos Seahawks até a revanche no Super Bowl
-
Presidente da Autoridade Palestina convoca primeiras eleições ao Parlamento da OLP
-
'Fiz o possível e o impossível' para voltar ao Flamengo, diz Paquetá
-
Portugal se soma a países que querem proibir redes sociais para menores de 16 anos
-
Mamadou Sarr retorna ao Chelsea após período de empréstimo no Strasbourg
-
Pacientes palestinos começam a chegar ao Egito após abertura limitada da passagem de Rafah
-
Napoli contrata por empréstimo o atacante brasileiro Alisson Santos, do Sporting
-
Nasa realizas testes essenciais antes de lançar missão lunar Artemis 2
-
Menino que não tinha dinheiro para passagem de ônibus participará da abertura dos Jogos de Inverno
-
Irã se prepara para negociações com EUA sobre seu programa nuclear
Líderes europeus discursam em Davos antes da chegada de Trump, com foco na Groenlândia
Os líderes europeus discursarão nesta terça-feira (20) no Fórum de Davos, antes da chegada de Donald Trump, que desestabilizou a ordem global e agora ameaça anexar a Groenlândia.
Todas as atenções estarão voltadas para o presidente americano esta semana na estação de esqui suíça, que, como todos os anos em janeiro, sedia o encontro de um multilateralismo que ele desafia há muito tempo.
Além da Groenlândia, outros temas críticos na agenda do Fórum Econômico Mundial incluem as crises em Gaza, Ucrânia, Irã e Venezuela, semanas após os Estados Unidos capturarem o presidente venezuelano agora deposto, Nicolás Maduro.
Representando a América Latina em Davos, estarão os presidentes argentino, Javier Milei; panamenho, José Raúl Mulino, e o equatoriano, Daniel Noboa.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente francês, Emmanuel Macron, discursarão nesta terça-feira, juntamente com o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, e o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, cujos países também têm disputas com o governo americano.
Trump fará um discurso na quarta-feira e participará de outros eventos na quinta-feira.
A Europa considera possíveis retaliações depois que o presidente dos Estados Unidos ameaçou impor novas tarifas a oito países europeus - incluindo Reino Unido, França e Alemanha - devido ao impasse sobre a Groenlândia, um território autônomo da Dinamarca.
- "Temos que conseguir" -
Trump afirmou na segunda-feira que não acreditava que os líderes europeus "ofereceriam muita resistência" ao seu desejo de comprar a vasta ilha ártica, e disse a repórteres: "Temos que conseguir".
Ele também especificou que teve "uma ótima conversa por telefone sobre a Groenlândia com Mark Rutte", o secretário-geral da Otan, e que uma reunião seria realizada em Davos com "as diversas partes" envolvidas.
Trump alega a necessidade de proteger a Groenlândia de potenciais ameaças russas e chinesas, embora analistas afirmem que o papel de Pequim na região é limitado e enfatizem o interesse dos EUA na ilha devido à sua riqueza em elementos de terras raras e minerais.
O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, que lidera a grande delegação dos Estados Unidos em Davos, alertou que uma ação de represália da UE "seria muito pouco sensata".
Ursula von der Leyen se reuniu na segunda-feira em Davos com uma delegação bipartidária do Congresso americano e declarou nas redes sociais que "ressaltou a necessidade de respeitar de forma inequívoca a soberania da Groenlândia e do Reino da Dinamarca".
O chanceler alemão, Friedrich Merz, afirmou que tentará se encontrar com Trump na quarta-feira. Merz observou que a Alemanha e outros países europeus concordam que "qualquer escalada nesta disputa deve ser evitada na medida do possível".
Macron, que deixará Davos nesta terça-feira sem se encontrar com Trump, propôs ao magnata que realizem uma cúpula do G7 na quinta-feira em Paris, para a qual sugeriu também convidar, "à margem da reunião", representantes de Dinamarca, Ucrânia, Síria e Rússia.
- Ameaças "inaceitáveis" -
As relações entre Trump e Macron ficaram ainda mais tensas na segunda-feira, quando o presidente americano ameaçou impor tarifas de 200% sobre o vinho e o champanhe franceses, depois que a França insinuou que não participaria do seu "Conselho de Paz".
Analistas comparam esse conselho, criado para resolver conflitos internacionais, a uma versão paga do Conselho de Segurança da ONU. Trump confirmou na segunda-feira que o presidente russo, Vladimir Putin, está entre os líderes convidados.
Os líderes da UE se reunirão na quinta-feira em Bruxelas para decidir como responder à crise da Groenlândia, uma das mais graves para as relações transatlânticas em anos.
Em uma coletiva de imprensa em Davos, o presidente finlandês, Alexander Stubb, disse que as ameaças de tarifas entre aliados são "inaceitáveis" porque "enfraquecem a relação transatlântica" e podem criar um ciclo vicioso.
Questionado se acreditava que Trump poderia usar a força, Stubb respondeu: "Não acho que os Estados Unidos vão assumir o controle da Groenlândia pela via militar".
A Dinamarca propôs que a Otan inicie operações de vigilância na Groenlândia.
P.Cavaco--PC