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Do exílio, Leopoldo López pede unidade da oposição venezuelana
O opositor venezuelano Leopoldo López, que vive exilado em Madri, pediu unidade e uma agenda comum à oposição de seu país com vistas a uma futura transição política, durante entrevista à AFP.
De passagem esta semana por Genebra, onde participou de uma cúpula de opositores no exílio e defensores de direitos humanos, López destacou que "o desafio" da dissidência venezuelana é se manter unida após a captura, em 3 de janeiro, do deposto presidente Nicolás Maduro durante uma operação militar americana.
"Eu acho que isso é algo que vamos conseguir", afirmou o opositor. "Há alguns que são conhecidos internacionalmente, há outros que são lideranças locais, mas todos temos que estar unidos. E a maneira de unificar é tendo uma agenda comum", assegurou.
No passado, "conseguimos estar unidos nos momentos mais importantes" e "temos que voltar a fazer isso", afirmou López.
O líder, de 54 anos, também pede o retorno das figuras da oposição exiladas, entre elas a nobel da Paz María Corina Machado e Edmundo González Urrutia, rival de Maduro nas contestadas eleições de 2024.
Leopoldo López foi condenado em 2015 na Venezuela a quase 14 anos de prisão por ter incitado a violência durante as manifestações antigovernamentais que causaram 43 mortos e cerca de 3.000 feridos no ano anterior.
Ele passou quase três anos na prisão antes de ser colocado em prisão domiciliar em 2017. Dois anos depois, participou de um levante militar fracassado contra Maduro.
Após esse fracasso, refugiou-se na residência do embaixador da Espanha em Caracas, de onde fugiu em 2020 para se transferir para Madri.
- "Visão de futuro" -
Maduro governou a Venezuela com mão de ferro entre março de 2013 e janeiro de 2026. O país é atualmente presidido por Delcy Rodríguez, sua vice-presidente desde 2018.
"Sempre dissemos que tinha que ser utilizado o elemento da força depois que todo o restante havia sido esgotado. Por ter dito isso, em novembro do ano passado, retiraram minha nacionalidade", afirmou López.
Segundo o opositor, a captura de Maduro "encheu de alegria, de esperança, de uma visão de futuro os venezuelanos" e assegurou que a transição econômica já começou.
Desde a incursão militar americana que permitiu a captura de Maduro, o presidente Donald Trump disse que quer supervisionar e reativar a exploração dos recursos de petróleo e gás venezuelanos.
Ele também prometeu que os dois países dividirão os benefícios.
Segundo López, a transição econômica "só poderá ser sustentável no médio e no longo prazo se, paralelamente à transição econômica, vier uma transição política para a democracia por meio de eleições".
Segundo ele, "esse caminho para a democracia exige que ocorram coisas muito elementares (...): é preciso libertar todos os presos políticos" e "tem que haver um fim da repressão".
López pediu especificamente a saída do poderoso ministro do Interior, Diosdado Cabello, a quem classifica como "diabo em pessoa", e a do procurador-geral, Tarek William Saab.
Também pediu que os milhares de venezuelanos que vivem no exílio possam retornar ao país, que as ONGs e defensores dos direitos humanos possam trabalhar na Venezuela "sem medo", assim como o "estabelecimento de um novo conselho eleitoral que legalize os partidos" com vistas a eleições.
Sobre seu próprio futuro, afirmou que voltará à Venezuela "assim que houver condições mínimas". "Eu vivo, sonho, respiro Venezuela", disse, mostrando com orgulho uma tatuagem na perna que representa seu país.
J.Oliveira--PC