-
Morre Sandro Mazzola, ídolo da Inter de Milão nos anos 1960
-
EUA aprova venda de US$ 2,7 bilhões em sistemas de defesa para Ucrânia
-
Trump cita 25 'grandes conquistas' antes das eleições de meio de mandato
-
Capital saudita em alerta de ataque aéreo; incêndio perto do aeroporto
-
Homenageada em San Sebastián, Naomi Watts mantém a fome de papéis arriscados
-
Rússia denuncia ciberataques no segundo dia das eleições legislativas
-
Manifestantes protestam no Kennedy Center após ameaça de demolição anunciada por Trump
-
Bolívia elimina subsídio ao diesel
-
Capital saudita emite primeiro alerta aéreo desde a retomada dos combates no Iêmen
-
Dinamarca celebra acordo 'vinculante' com Trump sobre a Groenlândia
-
Anthropic escolhe consultoria para avaliar segurança de sua IA
-
Trump anuncia acordo de segurança 'permanente' sobre Groenlândia
-
CEOs da Nvidia e da OpenAI estão entre convidados para jantar com Xi na Casa Branca
-
CEO da OpenAI fará apresentação ao Conselho de Segurança da ONU
-
Trump veta acesso dos veículos CNN, MSNOW e Politico à Casa Branca
-
Cuba sofre novo apagão geral em meio a crise econômica
-
Trump proíbe acesso à Casa Branca de CNN, MSNOW e Politico
-
Trump anuncia acordo que garante 'controle permanente' da segurança na Groenlândia
-
Com gol de Igor Thiago, Brentford vence Chelsea no Campeonato Inglês
-
Monaco vence Lens e volta à liderança do Campeonato Francês
-
Com direito a recorde de Kane, Bayern atropela Union Berlin na abertura da 4ª rodada do Alemão
-
Mostra de San Sebastián homenageia Werner Herzog, o cineasta dos extremos
-
Cuba sofre sétimo apagão geral do ano
-
Mancini convoca 9 estreantes na primeira lista após seu retorno à seleção italiana
-
Venezuela consegue "trégua", mas requer reformas institucionais, diz HRW
-
Trump anuncia ter proibido acesso à Casa Branca de CNN, MSNOW e Politico
-
Uefa e Concacaf pedem à Fifa "pelo menos" US$ 10 milhões para cada uma das 211 federações-membro
-
Chefe da ONU 'lamenta' recusa dos EUA em conceder vistos a dirigentes palestinos
-
Alemanha recebe seu primeiro caça F-35 em cerimônia nos EUA
-
Costa-riquenha Grynspan lidera terceira votação informal para comandar a ONU
-
Quase 70% dos cubanos vivem em situação de pobreza, revela estudo
-
Governador da Califórnia assina decreto para criar 'interruptor de emergência' para a IA
-
Guerra divide iranianos nos EUA
-
Sem Tchouaméni e com Mbappé capitão, Zidane divulga sua 1ª lista de convocados da França
-
Reino Unido alega que Ilhas Malvinas têm o 'direito' de explorar petróleo
-
Associação busca reconhecimento de costa-riquenho de 119 anos como o homem mais longevo da história
-
ONU realiza terceira votação informal para escolher novo secretário-geral
-
'Não conseguíamos respirar', dizem sobreviventes após a morte de 37 garimpeiros na Nigéria
-
Jorge Jesus convoca Cristiano Ronaldo para jogos de Portugal na Liga das Nações
-
Paris expõe manuscrito emprestado pelo México sobre viagem mítica dos astecas
-
Raphinha revela que deseja renovar contrato e encerrar carreira no Barcelona
-
Xavi Hernández anuncia lista de convocados da seleção holandesa sem Memphis Depay
-
Associação busca reconhecimento de costa-riquenho como o homem mais longevo da história
-
França, o novo elo fraco da zona do euro
-
Homem morre após ser atacado por tubarão na Austrália
-
Pesquisadores dizem ter hackeado OpenAI usando IA Claude, da Anthropic
-
Líder social-democrata da Suécia tentará formar governo
-
Polícia espanhola transfere cerca de 1.700 migrantes para o porto de Ceuta
-
Unesco pode exercer papel "moderador" no debate sobre IA, afirma diretor
-
Líder social-democrata da Suécia diz estar disposta a formar governo
De Maradona a Messi, Bangladesh segue apaixonado pela seleção argentina
De terraços e varandas enfeitados com bandeiras nas cores branca e azul a murais de Lionel Messi, os fãs de futebol em Bangladesh demonstraram mais uma vez sua paixão pela seleção argentina ao longo da Copa do Mundo e aguardam ansiosamente a final contra a Espanha no domingo (19).
O país asiático de 170 milhões de habitantes nunca conseguiu se classificar para o Mundial. No entanto, vive o torneio com imensa paixão, adotando de forma avassaladora a seleção argentina como se fosse sua.
"Fiquei muito tenso durante Argentina x Egito [quando os egípcios chegaram a abrir vantagem 2 a 0 nas oitavas de final]. Eu estava suando, quase gritando", conta o mecânico Nurul Islam à AFP. "Mas agora posso dizer com confiança que a Argentina vai vencer", diz ele, sorridente.
É verdade que também existe uma parcela significativa do país que torce pelo Brasil, mas desde que a Seleção foi eliminada nas oitavas de final, são os torcedores da Argentina que vêm marcando presença e pintando as ruas de azul e branco.
Mas de onde vem essa paixão pela seleção argentina em um país distante que, à primeira vista, é tão culturalmente diferente? Todos os caminhos levam a um único ponto: a Copa do Mundo de 1986, no México.
Nurul Islam diz que seu amor pela Argentina é uma herança, já que seu pai era um grande fã de Maradona, e que essa paixão já atravessa três gerações.
"Meus dois filhos também são torcedores da Argentina. Eles levam isso muito a sério e sempre fazem questão de comprar as camisas novas", diz ele.
- Febre pelas camisas -
O efeito Copa do Mundo é percebido justamente no aumento expressivo das vendas de camisas da seleção argentina no país.
Shamim Patwary, chefe de vendas da Associação de Comerciantes, Fabricantes e Importadores de Artigos Esportivos de Bangladesh, observou claramente esse aumento na demanda.
"Não há nenhum estudo sobre quantos torcedores da Argentina existem, mas vendemos uma enorme quantidade de camisas", diz Patwary à AFP.
Bangladesh é um dos principais fabricantes mundiais de camisas e material esportivo.
Na Galaxy Sports, uma das maiores lojas de artigos esportivos do país, as camisas da Argentina representam 30% do total de vendas.
"Alguns pais compraram até camisas para recém-nascidos", explica Raihan Hossian.
"Vendemos quase todas as camisas da Argentina que tínhamos, especialmente as edições especiais", conta.
Para muitos torcedores, o preço é secundário quando se trata de vivenciar plenamente uma paixão que só explode com tamanha intensidade a cada quatro anos.
"Outro dia, um mototaxista veio à nossa loja e comprou uma camisa da Argentina, versão de jogador, que custava US$ 10 (aproximadamente R$ 50 na cotação atual). Não sei se ele chega a ganhar isso em um dia", reconhece Hossian.
- Sentimento de união -
Nos bairros populares de Daca, os vendedores ambulantes trocaram suas mercadorias habituais por versões mais acessíveis de camisas de futebol.
"Vi o Maradona jogar e, desde então, sou um torcedor fiel da Argentina", diz um dos vendedores, Al Mamum, de 55 anos, enquanto vende essas camisas mais baratas.
Com a Copa do Mundo sendo realizada na América do Norte, muitos jogos têm sido transmitidos pela televisão na madrugada em Bangladesh, mas nem isso desanimou os torcedores mais fervorosos.
"Eu visto a camisa porque ela me faz sentir que pertenço àquele time, me dá um sentimento de união", diz Zakia Musanna, uma torcedora de 37 anos.
Para a final de domingo, ela planeja repetir o ritual que seguiu quando viu a Argentina se sagrar campeã mundial em 2022, no Catar: irá com o pai ao mesmo lugar de três anos e meio atrás para assistir à partida pela televisão.
"Isso nos traz lembranças daquele título, para poder comemorar mais uma vitória", diz Musanna.
R.Veloso--PC