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Chanceler iraniano viaja à Suíça para segundo ciclo de negociações com EUA
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, viajou neste domingo (15) para a Suíça para um segundo ciclo de conversas sobre o programa nuclear iraniano com os Estados Unidos.
A chancelaria do Irã informou que "as conversas indiretas entre Irã e Estados Unidos sobre o tema nuclear serão realizadas na terça-feira com a mediação" de Omã.
Araghchi "viajou a Genebra no fim da tarde de domingo para liderar a delegação diplomática e técnica que conduzirá a segunda rodada de diálogo sobre o programa nuclear e manterá consultas diplomáticas", indicou o ministério.
Antes das conversas, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou que um possível acordo deve incluir como condições que "todo o material enriquecido deve sair do Irã" e o desmantelamento do "equipamento e da infraestrutura que permitem o enriquecimento de urânio".
Netanyahu reiterou que é preciso resolver a questão dos mísseis balísticos.
Durante sua visita a Genebra, espera-se que Araghchi mantenha conversas com os ministros das Relações Exteriores da Suíça e de Omã, e que também se reúna com o diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o argentino Rafael Grossi, segundo a chancelaria iraniana.
Estados Unidos e Irã retomaram as conversas sobre o programa nuclear no início de fevereiro, meses depois de que uma tentativa anterior de diálogo foi frustrada quando Israel iniciou uma guerra sem precedentes contra a república islâmica em junho do ano passado. O conflito se estendeu por 12 dias e os Estados Unidos participaram dos bombardeios.
A retomada das conversas em fevereiro ocorreu em meio a ameaças dos Estados Unidos de uma ação militar, depois que Washington mobilizou o porta-aviões "USS Abraham Lincoln".
As últimas conversas ocorreram depois que Washington ameaçou Teerã com uma ação militar e mobilizou um grupo de porta-aviões na região, primeiro como resposta à repressão violenta contra o movimento de protesto em janeiro e, depois, para pressionar Teerã a alcançar um acordo.
Os países ocidentais e Israel acusam o Irã de tentar desenvolver armas nucleares, algo que Teerã nega, ao afirmar que seu programa nuclear tem fins civis, como a geração de energia.
Além do tema nuclear, Estados Unidos e Irã divergem quanto ao alcance das negociações, que para Teerã devem ficar restritas ao tema nuclear. No entanto, Washington e também Israel insistem que é preciso limitar o programa de mísseis balísticos iraniano e que seu apoio a grupos armados no Oriente Médio deve cessar.
G.Machado--PC