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Morte de ativista de extrema direita abala política francesa
A morte de um ativista de ultradireita, vítima de uma agressão, abalou a política da França a um mês das eleições municipais e levou o governo a acusar a esquerda radical de incentivar "um clima de violência".
Quentin Deranque, de 23 anos, morreu no fim de semana após uma agressão na quinta-feira à margem de um protesto da extrema direita contra um evento de uma política de esquerda em uma universidade de Lyon, no sudeste do país.
Sua morte reativou o confronto entre a extrema direita e a esquerda radical em um cenário de crescente polarização antes das eleições municipais de março e da corrida presidencial de 2027.
O procurador de Lyon deve apresentar os avanços da investigação nesta segunda-feira (16) à tarde.
No entanto, pela manhã, a porta-voz do governo, Maud Bregeon, apontou o partido de esquerda radical França Insubmissa (LFI), ao qual acusou de ter "incentivado um clima de violência durante anos".
"Existe, portanto, à luz do clima político e do clima de violência, uma responsabilidade moral por parte da LFI", afirmou em declarações ao canal BFMTV.
A extrema direita atribuiu o ataque mortal a ativistas do movimento antifascista Jeune Garde (Jovem Guarda), cofundado por um deputado da LFI antes de ser eleito e que foi dissolvido em junho do ano passado.
O grupo negou no domingo qualquer vínculo com os "eventos trágicos".
- Confronto "com barras de metal" -
Segundo uma fonte próxima à investigação, a agressão ocorreu em meio a "um confronto entre grupos de extrema esquerda e de extrema direita".
Um suposto vídeo do ataque divulgado pelo canal TF1 mostra cerca de dez pessoas agredindo três jovens no chão. Dois deles conseguem escapar.
Uma testemunha disse à AFP que "eles se agrediam com barras de metal".
O veterano líder da LFI e três vezes candidato à presidência, Jean-Luc Mélenchon, rejeitou qualquer responsabilidade no caso, que acendeu o debate para as eleições municipais do próximo mês.
Essas eleições também são consideradas um teste para a presidencial de 2027, que elegerá o sucessor de Emmanuel Macron, impedido de se candidatar após dois mandatos consecutivos.
As pesquisas de opinião apontam como favorita a legenda de extrema direita Reagrupamento Nacional (RN) que, com Marine Le Pen como candidata, passou ao segundo turno nas duas eleições presidenciais vencidas por Macron.
No entanto, a histórica líder da formação está atualmente inelegível por uma condenação por desvio de recursos públicos, contra a qual apresentou recurso.
Le Pen indicou que decidirá se será candidata quando for anunciada, em julho, a sentença desse julgamento em segunda instância.
Caso a inelegibilidade seja mantida, poderá ceder a liderança a seu protegido, Jordan Bardella, a quem já entregou a presidência do RN.
O jovem e popular político de 30 anos aparecia como o candidato presidencial favorito em uma pesquisa com mil pessoas divulgada no domingo.
Em segundo lugar ficou Le Pen, à frente do ex-primeiro-ministro centrista Edouard Philippe e do atual ministro da Justiça, Gerald Darmanin.
burs-ah/dbh/pb/lm/ic
E.Paulino--PC