-
Câncer de Joe Biden se espalhou, anuncia filho
-
MP do Equador acusa sete supostos idealizadores do assassinato de Villavicencio
-
Fifa contra-ataca e denuncia 'um esforço orquestrado para minar seu presidente'
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro
-
Atentados marcam primeiro dia do novo governo na Colômbia
-
Swiatek vence Kostyuk de virada e avança às quartas de final WTA 1000 de Toronto
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio (imprensa)
-
Espanha inicia controle na fronteira com Itália após crise migratória
-
Após renovar com Real Madrid, Vini joga com braçadeira de capitão na vitória sobre o Ferencvaros
-
Simeone reafirma que decisão sobre Julián Álvarez já foi tomada
-
Bulgária convoca embaixador da Ucrânia após explosão de drone
-
O adeus ao voluntário que dedicou sua vida a recuperar corpos na guerra na Ucrânia
-
Atlético de Madrid acerta transferência de Thiago Almada para o River Plate
-
Espanha inicia controles fronteiriços com a Itália após crise migratória
-
Bruno Guimarães deixa Newcastle e assina com Arsenal
-
Hamas diz que segue disposto a avançar com plano de paz para Gaza
-
Pai de Lionel Messi morre aos 68 anos
-
Emirados Árabes afirmam que Irã atacou petroleiro no Estreito de Ormuz
-
Ex-advogado de Trump é confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Ex-premiê candidato à presidência da França denuncia suspeita de interferência russa
-
De la Espriella se alinha aos EUA com foco no 'narcoterrorismo'
-
Trump vai recorrer após Justiça bloquear obra de salão de baile
-
De la Espriella assume poder na Colômbia com foco no 'narcoterrorismo'
-
De la Espriella assume o poder na Colômbia com apoio de Trump na guerra contra o tráfico
-
Laudo aponta que Brandon Clarke, jogador da NBA, teve morte por overdose acidental
-
Ataques de rebeldes houthis deixam 10 mortos em região petrolífera do Iêmen
-
Espanha impõe controles fronteiriços à Itália em meio a crise migratória
-
De la Espriella chega ao poder na Colômbia com apoio de Trump na guerra contra o tráfico
-
Milhares marcham na Argentina no dia de São Caetano, padroeiro do pão e do trabalho
-
Europa se prepara para queda de geração de energia durante eclipse
-
Luca Zidane deixa Granada e assina com Leganés
-
Rybakina derrota Li e vai às oitavas do WTA 1000 de Toronto
-
Rebeldes houthis continuam ofensiva no Iêmen com ataques em região petrolífera
-
Rebeca Andrade tira nota mais alta do mundo no salto em 2026
-
Rússia nega estar por trás do drone com explosivos encontrado em aeroporto alemão
-
De la Espriella: um milionário pró-Trump na Presidência da Colômbia
-
Vasco anuncia contratação do atacante argentino Facundo Colidio
-
Ex-advogado de Trump pronto para ser confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Espanha lança ultimato à Itália para que levante controles fronteiriços
-
Obras do salão de baile de Trump são bloqueadas em recurso
-
Cambridge revisará seu processo de contratação após escândalo por suposto plágio
-
Novo técnico da Bélgica conversará com Courtois sobre seu futuro na seleção
-
Diretor da McLaren exalta 'harmonia reforçada' entre Norris e Piastri
-
Real Madrid empresta Mastantuono à Fiorentina
-
México e Peru restabelecem relações diplomáticas após ruptura por asilo
-
Bayern de Munique vence Aston Villa em amistoso em Hong Kong
-
EUA perde empregos, um golpe às afirmações de Trump sobre a economia
-
OMS propõe testar na RDC uma vacina já existente contra outra cepa do ebola
-
Notre-Dame, Champs-Élysées e vítimas de abusos: a agenda do papa na França
-
Arábia Saudita, Paquistão e Turquia assinam pacto de defesa em meio a tensão com Irã
Irã realiza manobras militares no estreito de Ormuz, na véspera de negociações com EUA
O Irã anunciou, nesta segunda-feira (16), o início de manobras militares no estratégico estreito de Ormuz, na véspera da segunda rodada de negociações com os Estados Unidos sobre o programa nuclear da república islâmica.
De acordo com a televisão estatal, a Guarda Revolucionária iniciou as manobras navais, embora a duração dos exercícios não tenha sido especificada.
As manobras têm como objetivo preparar a Guarda para “as ameaças em matéria de segurança e militares potenciais” no estreito de Ormuz, indicou a televisão iraniana.
Recentemente, os Estados Unidos mobilizaram no Golfo uma imponente força naval e já determinaram o envio de um segundo porta-aviões, o mesmo utilizado na operação na Venezuela de 3 de janeiro.
O Irã ameaçou várias vezes bloquear o estreito de Ormuz, por onde transita cerca de 20% da produção mundial de petróleo.
Este agravamento das tensões ocorre na véspera da segunda rodada de negociações de alto nível entre representantes de Teerã e Washington.
O ministro iraniano das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, já chegou a Genebra e se reuniu com o diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o argentino Rafael Grossi, “para uma troca técnica aprofundada”, segundo afirmou o chanceler na rede social X.
Também pelo X, Grossi detalhou que o encontro serviu para preparar as “importantes negociações previstas para amanhã [terça-feira] em Genebra”.
Além disso, Araghchi tem previstas conversas com seus pares da Suíça e de Omã e com outros funcionários internacionais, de acordo com a chancelaria iraniana.
Como na reunião do início deste mês, a delegação americana voltará a ser chefiada pelo enviado do presidente Donald Trump, Steve Witkoff, e pelo genro do republicano, Jared Kushner, de acordo com a Casa Branca.
Na Hungria, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse que em Washington esperam "que haja um acordo”.
O Irã e os Estados Unidos retomaram em fevereiro uma série de contatos, após a brusca interrupção ocorrida em junho passado em decorrência dos bombardeios de Israel em território iraniano.
Essa ofensiva foi o estopim de um conflito de 12 dias ao qual os Estados Unidos se somaram, com ataques contra infraestruturas nucleares iranianas.
- Suspeitas -
O Irã sustenta que a pauta está centrada exclusivamente no programa nuclear, mas os Estados Unidos insistem em incluir na discussão o programa iraniano de mísseis balísticos e o apoio que o país presta a grupos armados da região.
Apesar da perspectiva de uma nova rodada de negociações, Washington mantém o tom agressivo.
Em meio à feroz repressão aos protestos ocorridos em janeiro no Irã, Trump ameaçou intervir militarmente no país e chegou a enviar um porta-aviões à região, protegido por uma pequena frota de navios de combate. Na sexta-feira, confirmou o envio de um segundo porta-aviões.
“É preciso chegar a um acordo, do contrário será muito traumatizante” para o Irã, advertiu Trump um dia antes, e na sexta afirmou que uma mudança de regime no Irã “seria a melhor coisa que poderia acontecer”.
Por sua vez, o vice-ministro iraniano das Relações Exteriores, Majid Takht-Ravanachi, disse à BBC que Teerã poderia assumir compromissos sobre seu estoque de urânio se Washington suspendesse as sanções econômicas impostas contra a República Islâmica.
“Se virmos sinceridade da parte deles [dos Estados Unidos], estou certo de que estaremos no caminho de um acordo”, afirmou.
Países ocidentais e Israel acusam o Irã de tentar dotar-se de armas nucleares, algo que Teerã nega, assegurando que seu programa nuclear tem fins civis, como a geração de energia.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse no domingo que qualquer acordo deve implicar a retirada de todo o urânio enriquecido do Irã e ser capaz de impedir que Teerã possa enriquecer mais.
S.Caetano--PC