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Carlos Ghosn é alvo de nova ordem de prisão na França
Um juiz de instrução francês emitiu, em abril, nova ordem de prisão internacional contra o brasileiro Carlos Ghosn, que mora no Líbano, em uma investigação sobre contratos aprovados por uma filial da empresa Renault-Nissan, que ele dirigia, informou, nesta terça-feira (4), uma fonte próxima ao caso.
Esta ordem de prisão foi emitida porque o ex-diretor-executivo da companhia, que também tem nacionalidades francesa e libanesa, não atendeu a uma convocação para se apresentar à justiça em 19 de maio de 2022 por suspeitas de corrupção.
"Carlos Ghosn não pode deixar o Líbano. As autoridades libanesas o proibiram de deixar o país por causa da acusação japonesa. Ele não pode, portanto, responder a convocações para se apresentar na França", disseram à AFP Léon Del Forno e Martin Reynaud, advogados do ex-CEO.
"Assim, este mandado de prisão não é nada mais, nada menos do que uma tentativa dos magistrados de continuar com sua investigação, já que não podem indiciar Carlos Ghosn", explicaram.
Até hoje, Ghosn foi alvo de três ordens de prisão, duas na França.
A primeira foi emitida pela justiça japonesa, que deveria julgá-lo por desvio de fundos. O ex-executivo de 69 anos mora no Líbano desde sua fuga cinematográfica do Japão, no fim de 2019.
A segunda foi emitida por um juiz de instrução de Nanterre (perto de Paris) em abril de 2022, em um processo judicial aberto por abuso de ativos corporativos e lavagem de dinheiro organizada com a distribuidora Suhail Bahwan Automobiles (SBA), de Omã.
E a terceira, emitida agora em Paris. Esta ordem de prisão internacional pode ser o último ato de uma investigação judicial aberta em 10 de julho de 2019 por corrupção, corrupção de agente de uma organização pública internacional, tráfico de influência, abuso de ativos corporativos e receptação.
Encerradas as investigações, o Ministério Público das Finanças francês terá que apresentar o seu requerimento e o juiz de instrução determinará se haverá ou não julgamento.
- "Trabalho jurídico" -
No processo atual, as suspeitas são sobre uma quantia de 900 mil euros paga a Rachida Dati, advogada e política de direita, pela RNBV, subsidiária holandesa da Renault-Nissan, quando Carlos Ghosn era o CEO da empresa.
Dati, ex-ministra da Justiça e hoje prefeita do 7º distrito parisiense, recebeu esses valores como honorários como advogada entre 2010 e 2012, enquanto ela também foi deputada no Parlamento Europeu entre 2009 e 2019.
A Justiça quer saber se os valores correspondem a atividades pontuais ou se serviram para mascarar um lobby no Parlamento Europeu, o que é proibido a qualquer representante eleito.
A ex-ministra, que contesta as acusações e considera o caso prescrito, é acusada desde julho de 2021 de corrupção e tráfico de influência.
"A entrada processual de Carlos Ghosn nos autos permitirá trazer a verdade à tona", disseram à AFP Olivier Baratelli e Olivier Pardo, advogados de Dati.
"Será solicitada uma acareação entre Rachida Dati e Carlos Ghosn, o que permitirá compreender que se trata de um advogada competente, rigorosa, que foi contratada para fazer um trabalho jurídico específico em benefício da Renault", acrescentaram.
"Carlos Ghosn já respondeu há dois anos ao conjunto das questões sobre este tema, quando os magistrados [encarregados] dos casos de Paris e Nanterre foram interrogá-lo em Beirute, em 2021" no contexto de uma cooperação criminal internacional, afirmou a defesa do ex-executivo.
Carlos Ghosn é suspeito de ter montado, entre 2012 e 2017, um esquema de lavagem de dinheiro e corrupção com quatro encarregados da distribuidora automobilística omani Suhail Bahwan Automobiles (SBA), sobre os quais também há ordem de prisão.
Ghosn contesta as acusações.
F.Santana--PC