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Guerra com Irã 'não terminou', urânio iraniano deve ser retirado, afirma Netanyahu
O urânio enriquecido do Irã deve ser "retirado" antes que a guerra dos Estados Unidos e de Israel contra a república islâmica possa ser considerada encerrada, declarou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em uma entrevista no domingo (10).
"Ainda não terminou, porque ainda resta material nuclear — urânio enriquecido — que precisa ser retirado do Irã. Ainda existem instalações de enriquecimento que devem ser desmanteladas", disse Netanyahu em um trecho de uma entrevista exibida o programa 60 Minutes, da emissora CBS.
"Você entra e retira", afirmou o líder israelense ao ser questionado sobre como o urânio poderia ser removido.
Netanyahu disse que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem uma posição semelhante.
"Não vou falar sobre meios militares, mas o presidente — o que o presidente Trump me disse — é: 'Quero entrar lá'."
Essa declaração contrasta com a posição pública de Trump. O republicano de 79 anos enfrenta crescente pressão interna para pôr fim à guerra com o Irã e insiste que o programa nuclear de Teerã foi contido.
Em uma entrevista exibida neste domingo — embora aparentemente gravada anteriormente —, Trump declarou que o Irã já está "militarmente derrotado" e insistiu que o urânio poderia ser retirado "quando quisermos".
"Conseguiremos isso em algum momento, quando quisermos. Vamos mantê-lo sob vigilância", disse à jornalista de televisão independente Sharyl Attkisson. "Estamos monitorando muito bem. Se alguém se aproximasse do local, saberíamos e os explodiríamos".
Ao ser questionado pela CBS sobre como as reservas de urânio do Irã poderiam ser extraídas, Netanyahu respondeu que preferiria um acordo.
"Acho que isso pode ser feito fisicamente. Esse não é o problema. Se houver um acordo, entra-se e retira-se, por que não? Essa é a melhor maneira".
Diante da insistência sobre se existem opções militares para apreender o urânio oculto, Netanyahu declarou: "Não vou falar sobre nossas capacidades militares, nossos planos ou algo do tipo."
"Não vou estabelecer um cronograma, mas direi que se trata de uma missão de suma importância", acrescentou.
Além da questão ainda não resolvida das reservas de urânio, o líder israelense afirmou que existem outros objetivos de guerra que ainda não foram alcançados.
"Ainda existem grupos apoiados pelo Irã, assim como seus mísseis balísticos, que eles continuam querendo fabricar. Certamente reduzimos grande parte dessa capacidade, mas tudo isso ainda existe e ainda há trabalho a fazer", afirmou.
Israel continua sendo um aliado crucial dos Estados Unidos, mas Netanyahu disse que expressou a Trump o desejo de que os impostos destinados a Israel sejam reduzidos a "zero", o mais rápido possível. Atualmente, o país recebe 3,8 bilhões de dólares por ano.
"Acho que é o momento de nos desvincularmos do apoio militar restante do Pentágono", afirmou. "Devemos começar agora e fazê-lo ao longo da próxima década".
Netanyahu também reconheceu que sabia que Pequim apoia o Irã. "A China oferece uma certa quantidade de apoio (a Teerã) e componentes específicos para a fabricação de mísseis", disse o premiê israelense. "Mas não posso falar mais sobre isso".
Ele também falou sobre o otimismo de que a derrubada do governo iraniano poderia significar "o fim do Hezbollah", assim como do Hamas e dos huthis.
"Todo o arcabouço da rede terrorista que o Irã construiu entra em colapso se o regime iraniano cair".
No entanto, ele não fez uma previsão sobre a queda da República Islâmica. "É possível? Sim. Está garantido? Não".
A.Seabra--PC