-
CEO da Microsoft vai depor sobre seu papel na fundação da OpenAI
-
China pede mais 'estabilidade' nas relações internacionais antes de receber Trump
-
Irã e Estados Unidos permanecem irredutíveis em suas posições
-
Cannes se prepara para edição repleta de glamour
-
Trump diz que Suprema Corte deveria ser 'leal' em casos cruciais
-
Dois passageiros de navio afetado por hantavírus testam positivo
-
Ex-primeiro-ministro tailandês Thaksin Shinawatra deixa a prisão
-
Nobel da Paz iraniana Narges Mohammadi liberada sob fiança para receber tratamento médico
-
Trump pressionará presidente chinês sobre Irã em visita a Pequim
-
Guerra com Irã 'não terminou', urânio iraniano deve ser retirado, afirma Netanyahu
-
PSG vence Brest e fica a um passo do título francês
-
Milan se complica na briga pela Champions; Fiorentina garante permanência na Serie A
-
Trump rejeita condições do Irã para paz e Teerã alerta sobre novos ataques
-
Barcelona vence Real Madrid (2-0) e é campeão espanhol pela 29ª vez
-
Union Berlin vence a primeira sob comando da treinadora Marie-Louise Eta
-
Expectativa, medo, tensão: o misto de sentimentos a um mês da Copa do Mundo
-
Ucrânia e Rússia denunciam ataques contra civis no segundo dia da trégua
-
Arsenal vence West Ham em jogo dramático e se aproxima do título inglês
-
Irã respondeu à proposta dos EUA, mas Netanyahu afirma que guerra não acabou
-
Fervor e falsidade: avatares de IA ultraglamorosos apoiam Trump antes das eleições legislativas
-
Os 16 estádios que receberão os 104 jogos da Copa do Mundo de 2026
-
Verstappen voltará a 'sorrir', afirma diretor da Red Bull
-
Pai de Hansi Flick, técnico do Barcelona, morre horas antes de clássico com Real Madrid
-
IA não pode substituir animais atores, diz diretor de filme com um cachorro como herói
-
Primeiras evacuações de ocupantes do cruzeiro Hondius nas Ilhas Canárias
-
Israel deporta o ativista brasileiro Thiago Ávila
-
Irã ameaça com 'forte represália' após ataques dos EUA a seus petroleiros
-
Real Madrid em ebulição tenta adiar título do Barcelona
-
Putin diz que guerra na Ucrânia se aproxima do fim e critica Otan
-
Galatasaray é campeão turco pelo 4ª ano consecutivo
-
Celta vence Atlético de Madrid e segue sonhando com a Champions
-
De 'ressaca', Bayern vence Wolfsburg no Alemão; Leipzig garante vaga na Champions
-
City vence Brentford e coloca pressão no Arsenal; Liverpool e Chelsea empatam
-
Inter comemora título italiano com vitória sobre Lazio
-
Irã questiona seriedade dos EUA e não responde à sua última proposta
-
Chefe da Red Bull diz que Verstappen está 'no coração do projeto' da equipe
-
Número 1 do mundo, Aryna Sabalenka cai na 3ª rodada do WTA 1000 de Roma
-
RB Leipzig vence St. Pauli e garante vaga na próxima Champions
-
Liverpool e Chelsea empatam no Campeonato Inglês
-
Irã questiona seriedade dos EUA e não responde à nova proposta para encerrar conflito
-
Procurador-geral interino dos EUA impulsiona desejos de Trump no Departamento de Justiça
-
Ilhas Canárias se preparam para chegada do cruzeiro com surto de hantavírus
-
O que a China espera da visita de Trump?
-
Putin diz enfrentar na Ucrânia uma 'força agressiva' apoiada pela Otan
-
Chefe da OMS viaja a Canárias para evacuação de cruzeiro com surto de hantavírus
-
EUA ataca 2 petroleiros de Irã, mas espera resposta à proposta de paz
-
'Não é um bezerro de ouro': pastor defende bênção de estátua dourada de Trump
-
Rússia e Ucrânia confirmam trégua de 9 a 11 de maio mediada pelos EUA
-
Lens garante vaga na Champions League e rebaixa o Nantes
-
Borussia Dortmund vence Eintracht (3-2) e garante vice-campeonato da Bundesliga
Expectativa e protestos antes da primeira coroação de um rei britânico em 70 anos
Setenta anos depois de sua mãe, Charles III será coroado no sábado (6) em uma cerimônia repleta de tradição e simbolismo, que reunirá milhares de admiradores em Londres, mas não estará livre de protestos do movimento antimonarquista britânico.
Fãs da realeza estão acampados há vários dias no Mall, a longa avenida no centro de Londres que segue até o Palácio de Buckingham, para garantir um lugar privilegiado e observar o cortejo real.
"É um momento histórico. Temos muita sorte de vivenciar uma coroação", declarou Marie Scott, 52 anos, uma das primeiras a chegar ao Mall. Acompanhar os eventos reais presencialmente não é o mesmo que assistir na televisão, afirma.
Outros, como Mimi Gill, uma americana de 43 anos e fã da série da Netflix "The Crown", no pretendem acompanhar o evento pela TV e comentar em tempo real nas redes sociais, "como fãs em todo o mundo".
E milhares de visitantes estrangeiros chegarão a Londres para desfrutar a celebração nas ruas, decoradas com bandeiras britânicas e símbolos reais.
A cerimônia incluirá elementos com séculos de história, como as joias da coroa, mas com toques modernos, com a participação de bispas, líderes religiosos de grupos minoritários e uma lista de convidados baseada na "meritocracia", em vez da "aristocracia".
A questão ambiental também terá um papel importante, com um óleo de unção vegano e elementos cerimoniais reciclados.
A coroação de Elizabeth II em 1953, a primeira exibida pela televisão, foi assistida por 27 dos então 36 milhões de britânicos. A cerimônia de Charles III desperta bem menos interesse, de acordo com uma pesquisa do instituto YouGov de abril: 64% das pessoas entrevistadas responderam que não estavam interessadas no evento.
Outra pesquisa do mesmo instituto, divulgada na quarta-feira (3), mostrou que 62% dos britânicos apoiam a monarquia, contra 25% que preferem um chefe de Estado eleito, mas os partidários desta segunda opção alcançam 40% entre os jovens de 18 a 24 anos
Coroado aos 74 anos, oito meses após a morte de sua mãe, Charles III tem dificuldades para consolidar sua imagem entre as novas gerações, apesar dos esforços para mostrar-se alguém próximo e caloroso.
Ele também é ativo em questões diplomáticas, como a guerra da Ucrânia, e colaborativo em temas delicados, como a investigação dos laços históricos da monarquia com a escravidão.
E sem contar que defende com veemência sua paixão de longa data pela ecologia.
Tudo isto não impediu os protestos com o lema "Not my king" (Não é o meu rei).
- Críticas aos custos -
Charles III, cujo papel é meramente cerimonial e não possui poder político, chegou ao trono do Reino Unido em um momento de vários desafios: das aspirações separatistas na Escócia e Irlanda do Norte até a a grave crise pelo custo de vida.
"Não temos a mesma vida, muitas pessoas estão sofrendo atualmente", destaca Eden Eawit, uma londrina de 38 anos que lamenta o custo elevado da cerimônia.
O grupo antimonárquico "Republic" planeja organizar um protesto no centro de Londres no sábado.
A Jamaica, país da Commonwealth do qual Charles III também é rei, afirmou na quinta-feira que deseja a separação a coroa britânica.
E o primeiro-ministro de Belize, Johnny Briceño, destacou que seu país será "provavelmente" o próximo membro da Comunidade Britânica que se tornará uma república. Ele criticou o papel histórico da Inglaterra no tráfico de escravizados.
O rei, apesar das críticas, teve algumas satisfações, como quando recebeu na quinta-feira líderes dos povos indígenas do Canadá e do Brasil.
Dois deles, Uyunkar Domingo Peas e Atossa Soltani, ativistas da Amazônia, o presentearam com uma coroa de penas "em reconhecimento por seu compromisso com a proteção da floresta e a restauração da harmonia entre a humanidade e a natureza".
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, estará entre os mais de 100 chefes de Estado e de Governo na cerimônia de sábado, que terá 2.300 convidados.
O papa Francisco, que não viajará a Londres, será representado pelo secretário de Estado do Vaticano, o cardeal Pietro Parolin.
Como aconteceu no funeral de Elizabeth II em setembro, alguns países não foram convidados, como Venezuela, Rússia e Afeganistão.
Outros, como Nicarágua e Coreia do Norte, receberam convites apenas para os chefes de suas representações diplomáticas.
P.Cavaco--PC