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Nobel de Medicina premia três pesquisadores do sistema imunológico
Os cientistas americanos Mary E. Brunkow e Fred Ramsdell, e o japonês Shimon Sakaguchi, ganharam o Prêmio Nobel de Medicina por suas pesquisas sobre como o corpo controla o sistema imunológico, anunciou o júri nesta segunda-feira (6).
Os três foram premiados por suas "descobertas sobre a tolerância imunológica periférica".
Esse mecanismo é o que faz com que as células de defesa do organismo não ataquem tecidos do próprio corpo e que não desenvolvemos doenças autoimunes.
"O Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina deste ano trata sobre como controlamos nosso sistema imunológico para que possa combater todos os micróbios imagináveis sem desencadear doenças autoimunes", explicou Marie Wahren-Herlenius, professora do Instituto Karolinska.
"O poderoso sistema imunológico do corpo precisa ser regulado, caso contrário, corre o risco de atacar nossos próprios órgãos", destacou o Comitê do Nobel.
Os cientistas "identificaram os guardiões do sistema imunológico, as células T reguladoras, que impedem que as células imunológicas ataquem nossos próprios corpos", acrescentou.
"Suas descobertas lançaram as bases para um novo campo de pesquisa e estimularam o desenvolvimento de novos tratamentos, por exemplo, para câncer e doenças autoimunes", explicou o júri.
- Linfócitos T reguladores -
Shimon Sakaguchi, de 74 anos e pesquisador em imunologia na Universidade de Osaka, realizou o primeiro avanço neste campo em 1995.
Na época, muitos cientistas acreditavam que a tolerância imunológica só se desenvolvia por meio da eliminação de células imunológicas potencialmente perigosas no timo - órgão localizado na parte superior esquerda do abdômen, próximo ao estômago - por meio de um processo chamado "tolerância central".
O pesquisador japonês demonstrou que o sistema imunológico é mais complexo e, segundo o júri, "descobriu uma classe de células imunológicas até então desconhecida, que protege o organismo contra doenças autoimunes".
Mary E. Brunkow, nascida em 1961, e Fred Ramsdell, de 64 anos, realizaram outra importante descoberta em 2001, ao demonstrar por que certos camundongos eram especialmente vulneráveis a doenças autoimunes.
"Eles descobriram que esses camundongos tinham uma mutação em um gene que chamaram de Foxp3", detalhou o júri.
O comitê indicou que também evidenciaram que mutações no equivalente humano desse gene provocam uma grave doença autoimune chamada síndrome IPEX.
Dois anos depois, Sakaguchi conseguiu estabelecer um vínculo entre suas descobertas e as de Brunkow e Ramsdell: ele demonstrou que o gene Foxp3 regula o desenvolvimento das células que havia identificado em 1995.
Essas células, "agora conhecidas como linfócitos T reguladores, monitoram outras células imunológicas e garantem que nosso sistema imunológico tolere nossos próprios tecidos".
Brunkow trabalha no Institute for Systems Biology em Seattle, uma organização independente de pesquisa, e Ramsdell em uma empresa de biotecnologia, a Sonoma Biotherapeutics em San Francisco.
Em 2024, o Prêmio Nobel de Medicina foi concedido aos pesquisadores americanos Victor Ambros e Gary Ruvkun pela descoberta dos microRNAs, moléculas microscópicas de RNA que desempenham um papel fundamental na regulação da atividade genética.
Além de cada distinção, o prêmio inclui um diploma, uma medalha de ouro e um cheque de 11 milhões de coroas suecas (6,28 milhões de reais).
A.Santos--PC